Percussão da Opanijé no palco em Salvador — apresentação ao vivo
O Grupo · Salvador da Bahia

Ritmo criado na Bahia. Conheça quem o carrega.

Escola de percussão baiana — de Salvador para o mundo, com raiz na tradição afro-brasileira e na diáspora. Quem faz a escola é quem vive o tambor: mestres de Salvador, artistas da diáspora e uma família criada no Samba de Roda.

Nossa história

Uma escola com nome de toque

A Opanijé nasceu em 2020 como plataforma de memória da cultura afro-brasileira e afro-diaspórica — antes de tudo, da percussão. O nome vem de um toque da tradição: batizamos a casa com o ritmo que carrega essa herança adiante.

Nossas raízes são as da música baiana: o Samba de Roda que vem de família, do Recôncavo; os blocos e bandas de Salvador — da Timbalada ao Olodum; e a sala de aula, onde a tradição passa adiante, aluno por aluno, no Brasil e na África Ocidental.

No centro, uma dupla: o mestre Adson Junior "Pai de Santo", que ensina, e Rodolfo "Meu Velho Visconde" Ogliari, que produz e dirige. Um toca, o outro registra — e a cultura circula.

Tudo começa no tambor.

Tambores do Tudo Começa no Tambor — onde a tradição começa

Raiz baiana

O Samba de Roda do Recôncavo e os blocos de Salvador — da Timbalada ao Olodum — atravessam tudo o que a gente faz.

Ensino de verdade

A tradição se ensina em sala — e o Tudo Começa no Tambor é reconhecido pelo Prêmio Cultura Viva.

Ponte com a África Ocidental

Do Festival Sur le Niger, no Mali, a um intercâmbio em Acra, o tambor viaja com a gente entre o Brasil e a África Ocidental.

O time

Mestres, artistas e o fundador

Papéis reais, nomes de palco reais — nenhum título inventado. Quem aparece aqui é quem toca, ensina e produz.

A dupla no centro
Adson Junior "Pai de Santo" — retrato

Adson Vasconcelos dos Santos Junior "Pai de Santo"

Mestre baiano · professor principal

Mestre de percussão e educador baiano. No tambor desde os cinco anos — da lendária Timbalada aos palcos com Carlinhos Brown, Marisa Monte e Olodum —, já formou mais de mil alunos.

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Menino em Salvador, Adson já vivia o tambor — em 1996 entrou na lendária Banda Timbalada, onde firmou o timbau até 2000. Dali, palcos com Carlinhos Brown, Marisa Monte, Olodum, Baianada e Lua Cheia, e turnês pela Europa e pela Ásia. Professor desde os anos de Salvador (Ação Criança/FUNDAC), mudou-se para Brasília em 2012; na rede pública, mais de mil alunos passaram por suas turmas, e centenas pelo projeto Ijexá com Gana, na Ceilândia. Hoje conduz a escola Tudo Começa no Tambor, no Cio das Artes, e toca com o Grupo Afirmação — do "Donde eu Vim" à Festa das Águas.

Rodolfo "Meu Velho Visconde" Ogliari, fundador da Opanijé

Rodolfo Celliert Ogliari "Meu Velho Visconde"

Fundador · Produtor cultural & direção audiovisual

Percussionista e produtor cultural criado na tradição familiar do Samba de Roda. Fundador da Opanijé, faz a ponte entre o Brasil e a África Ocidental — do Festival Sur le Niger, no Mali, a Acra.

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Criado na tradição familiar do Samba de Roda, Rodolfo profissionalizou-se em 2014. Multiartista — percussionista, produtor cultural, arranjador, arte-educador, escritor e realizador —, fundou a plataforma Opanijé e cofundou grupos dedicados à diáspora: Grupo Afirmação, Gã Star e Ijexá com Gana. Cocriou o Tudo Começa no Tambor, reconhecido pelo Prêmio Cultura Viva e construído em parceria direta com o IPHAN. Produziu e tocou do Festival Sur le Niger, no Mali, com o Grupo Afirmação, a um projeto de intercâmbio em Acra, Gana — dividindo palcos com Carlinhos Brown, Cheick Tidiane Seck, Dona Jenice e Raimundo Sodré.

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